Quinta-feira, 22 de Junho de 2006

...

Não quero a lua
nem o céu que a sustém.
Quero apenas ser o lobo que a chama para dentro de si.

expremido por Smothsmoke às 01:18
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particúlas

O esqueleto...
Apenas o osso...
O vazio que me preenche é a morte lenta dos sentimentos...
[ a pedra no cimo do monte
com as ervas a acariciarem-me o crâneo ]
Falta o gesto puro, o olhar, o beijo... o sorriso expontâneo.
Nunca faltou o Tudo... apenas pequenas partes dele.
Conheço-te do cimo do monte...
Acariciavas-me o rosto.

expremido por Smothsmoke às 01:04
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Segunda-feira, 19 de Junho de 2006

metamorfoses

Metamorfoses... Por vezes somos mais que apenas nós... Somos virtualmente o que o nosso estado de espirito e a nossa vontade querem que sejamos. Para que a mesma cara todos os dias? Deem-me duas caras da mesma pessoa...quem sempre soube quem ela era nunca a vai esquecer. O material por vezes é a maior barreira para o conhecimento. Este é o meu rosto!

 


expremido por Smothsmoke às 17:43
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escher

   Este é o trabalho que apresentei em matematica. Pavimentaçao tipo Escher.
                                                                 

 

 

 


expremido por Smothsmoke às 17:34
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Quinta-feira, 15 de Junho de 2006

Criaçao de cisões

Este é o desenho que eu apresentei na ultima aula da disciplina com o mesmo nome. Pode não tar nada de especial, mas para mim valeu pelo esforço e po tb não ser mau de todo. Espero ir fazendo mais desenhos e outros projectos e divulga-los neste Super Blog =D
sinto-me:

expremido por Smothsmoke às 10:53
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Terça-feira, 13 de Junho de 2006

riscos

 

                                                                                 Um desenho que vale muito pelo seu significado para mim... relembra-me sempre da pessoa mais importante que entrou na minha vida até agora.. a Diana! Sim! Tu Diana Barata! -o facto do ultimo nome também aparecer na dactilografia é uma história para outra ocasiao.

           


expremido por Smothsmoke às 20:08
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Segunda-feira, 12 de Junho de 2006

...

PORTUGAL É O MAIOR!!!!!!

expremido por Smothsmoke às 11:12
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Domingo, 11 de Junho de 2006

...

Partes o rio!
Quebras a maré!
Cospes no salgado
                              [seca-te o sal]
Diluíste na areia.
 
Viaja o eremita no caos da manhã

expremido por Smothsmoke às 02:09
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fugaz

O fluxo constante entre a vida e o amanhecer…
Repartem-se ao desvanecer.

expremido por Smothsmoke às 02:07
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ego!ego!ego!

Não querer! Absorve antes a luz!
Ela queima! Ela fere!
Ela sofre! -tu sofres!
E desejas novos estômagos e sentidos!
Mas, no ambíguo, tu! E tu! E tu!
 
Apenas a sombra do ser (da) luz.

 


expremido por Smothsmoke às 02:05
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raspagens

Estendes o teu corpo…não descansas…
[já senti a vontade do sonho raspar-me a pele fina]
 
Sentes os corvos beijarem-te,
É onde a doçura te chora.
 
Sentes que mora,
Onde o grito que te sucumbe, te expõe em vontade de querer meticuloso…
 
Beijas a um altar
Um altar dos outros…
 
Não penses que fica a pedra.
Sempre tomba e raspa e cai.
 
E tu com teus tombos.

expremido por Smothsmoke às 02:03
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desfazeamentos

Corre no vento, esguio,
Quando não queres.
 
Passa e não liga.
Deixa-te pregado, com uma taça de café e espanto.
 
Reveste-te de mutações enquanto te aninhas…
Pele seca…ossos doridos, estalados.
                                                           [desprende-se a folha]
 
Senta-se á tua espera, e espera…
O tempo quando quer.

expremido por Smothsmoke às 02:01
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vives....

Gela a noite num sorriso.
Queima a manhã no amadurecer.
Vives a essência ao esquecer.
Os dias não são dias…apenas vidas que acabam.

expremido por Smothsmoke às 01:59
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navalha meridional

Manténs em suspenso
O fio da navalha meridional.
 
Não queimas o ar nos pulmões – nunca o fizeste.
Paras o teu tempo,
Deixas que as águas corram…
Deixas lá ao fundo o vagabundo,
A prostituta, o velho, o pobre, o fútil!
 
Sereno…absorves…
Tu…continuas.

expremido por Smothsmoke às 01:57
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[correntes]

Só tu que sentes apenas a ti mesmo
                                                         [correntes]
Fundes no pedaço de terra que te esconde…
Foges para além das pontes.
 
Não te saboreia a vida como á luz pela madrugada…
 
Escorres na pele que carregas
Desejas que derreter-te seja solução…
A anulação do próprio sentido
                                               [se alguma vez o tiveste]
 
Do orvalho cai o mel dourado pela rocha
                                                                [o mundo que és]
Fumas tu no fundo,
Onde te sentas, destróis e constróis…
Onde o mar não reluz…
És apenas tu…sendo o que nunca soubeste.

expremido por Smothsmoke às 01:52
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Sábado, 12 de Junho de 2004

...


expremido por Smothsmoke às 16:47
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Terça-feira, 8 de Junho de 2004

Pensamento

tiago.jpg E se aqui o Zézé iluminasse o mundo com umas brilhantes ideias? Talvez se abrisse alguma porta de escapatória para um bem melhor do que aquele em que vivemos hoje, não?

expremido por Smothsmoke às 16:59
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Transparências

O reflexo no espelho... o incómodo conflito da verdade espelhada... a chuva que cai como bujarda purificadora em espasmo de loucura febril... a água que escorre pelo vidro, onde se reflecte o rosto fracturado. Os sentidos que se mortificam na leveza de um silêncio eterno, onde a luz paira, absorta na sua ausência. A sonolência de uma breve expiração que abandona seu posto... esbate-se a chuva no vidro da janela, onde confronto meu rosto envolto no fumo de um cigarro estimulante... sonho o sonho vivo, e sonho na noite, a vontade de o viver. Cai a lua e carrega meus olhos com a vontade de dormir... cedo por um infímo instante... encosto-me de costas á parede fria, com a água a bater-me no rosto... aconchego duas folhas de cartão ás pernas e a noite infiltra-se por meus ossos doridos, encharcados... fecho os olhos e sonho de ilusão farta... a chuva cai no espelho daquela loja; no virar da esquina; ao fim da vida.

expremido por Smothsmoke às 16:53
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Segunda-feira, 7 de Junho de 2004

*Re_nascer*

winter.jpg Olá pessoal. Este é o meu, e dentro de algum tempo unico blog, já que o meu antigo dava erro na página de comentários, não permitindo que se fizessem. Quero a gradecer á luartriste por me ter avisado do problema, pra ela um beijo. Agora só posso esperar que este blog seja melhor que o outro em tudo. Mas resolvi, por ter artigos que me marcam de forma pessoal, transportá-los todos para este novo blog. Dentro de algum tempo espero ter novidades. Agora só me resta esperar que apreciem este meu novo blog...á brava! Esta imagem apesar de não ser minha, penso que reflecte o meu estado de alma e toda a personalidade do blog...fantástica. Fiquem e até mais!

expremido por Smothsmoke às 12:25
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traço inacabado

Este é um desenho que ainda não acabei. Não está grande coisa, mas foi o melhor que consegui até agora (e já não é mau)=). De qualquer forma aqui fica a publicação do meu primeiro desenho na net. Espero que apreciem.

expremido por Smothsmoke às 12:04
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...

A gota que não cai... O cinza metálico que a cor reluz... O suspenso tempo sob o tecto onde a luz estática te deixa imóvel, onde escorre nas paredes o tempo de um tempo que com a luz morre... Como a gota estática é assim o tempo de hoje que não cai... Aglutina o vapor ao vidro... Um beijo cego naluz da noite; a alça de um vestido que descai.

expremido por Smothsmoke às 12:02
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...

A pele rugosa que me abarca a sede com lábios molhados envoltos na areia do mar. As fagulhas de pó, como asas de um ser mais que algo mais, destroçadas, seguiram para o chão calcado ao sabor de uma leve brisa que desacalma a areia que bate suavemente em minha pele, nua. Tu olhas aquele momento com o mesmo olhar de sempre, esperançada que seja algo mais do que os teus olhos humanos veêm...e abraças o momento com os braços da maior ternura, em tua pele que veste a secura do inferno arenoso que me fustiga o corpo, a carne, os músculos.Com o pó que exalas como se mel te escorresse pela boca, sussuras-me os segredos de uma vida que nas ondas suspensas de um mar infinito alimentaram as noites frias e as tardes que queimam a pele como uma lupa...contaste-me os segredos de mil anos. Eu como animal do mito, encurvado, encônvacado pelos anos de caminhada, assim fiquei, como sempre. Levantei o olhar e vi a água em teus olhos, e meus lábios tão secos...partiste como anjo, no vapor e eu fiquei só com a areia escaldante do deserto onde me sussurraste os segredos de mil anos.</font>

expremido por Smothsmoke às 12:01
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...

Não ligo ao sol pois manhã de oiro me açoita e não paro mole que fica assaltado o olhar vulátil entre crimes de corpos esmagados; é a luxúria que em veias minhas prenoita. É lá que luz não entra, onde o céu quebra a noite levantam-se as ondas, fecham-se em meus lábios as cortinas... Bate á porta o Nada enquanto que a Solidão se senta- delírio do tempo vícioso que a vida em mim sustenta. No crepuscúlo do dia errante ponho meu ser no estendal, suplico ao céu em voz de metal uivante que passe e me esvoace só e frio vendaval!

expremido por Smothsmoke às 11:58
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breve

Não penso hoje na memória, que meu corpo venceu batalha inglória... esfacelei minha alma no pó que te cobre... altar onde nenhum anjo dorme... o grifo que ao longe sorri.

expremido por Smothsmoke às 11:56
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Como quem te acha, perdida, ao passar na rua te sinto em mim... silhueta de negra verdade crua. O bafo sinto que esmureceu e findou... como corpo sem sangue, como terra que o paladar não irrigou... como janela onde a voz do sol morreu... E não mais pardais tacteiam tua alma cantando!... pois teu olhar secou, e perfume de redentores sorrisos não mais ele verteu. É a raiva a angústia relutante; roís e engoles as entranhas, neste mísero mundo onde cantas á rouquidão do mar... Traz na volta a maré, uma alma frouxa e coisas estranhas... Grita aos céus! Corta teus pulsos em manha! Dá um murro na mesa e estoira o mundo!... Não vivas preso onde parasitas são vísceras podres, embrulhadas em fitas, cavando em ti buraco fundo.

expremido por Smothsmoke às 11:55
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...

Como quem te acha, perdida, ao passar na rua te sinto em mim... silhueta de negra verdade crua. O bafo sinto que esmureceu e findou... como corpo sem sangue, como terra que o paladar não irrigou... como janela onde a voz do sol morreu... E não mais pardais tacteiam tua alma cantando!... pois teu olhar secou, e perfume de redentores sorrisos não mais ele verteu. É a raiva a angústia relutante; roís e engoles as entranhas, neste mísero mundo onde cantas á rouquidão do mar... Traz na volta a maré, uma alma frouxa e coisas estranhas... Grita aos céus! Corta teus pulsos em manha! Dá um murro na mesa e estoira o mundo!... Não vivas preso onde parasitas são vísceras podres, embrulhadas em fitas, cavando em ti buraco fundo.

expremido por Smothsmoke às 11:55
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estranho traço

A evidência onde se esconde a diferença...o mundo onde vive o estranho e ganha forma , corpo, lingua e linguagem o radical...o obscuro...o anormal...despreconceituoso, o que inventa outro conceito, outra caricía com a mao...mas só porque os olhos ardem e as flores crescem e comem e devoram, só por isso é o horror aquele que roça cru por minha mente... È nesse outro mundo, utopia de oasis por acabar (estranheza na definição do traço) que inrrompe o meu querer jovial; é nessas águas negras que me vicío e sorvo com os lábios a pingar toda a frescura que me reflecte no espelho...o inverso do outro que sou, este que no espelho, mundo estranho, por imaginá-lo o olhar devassou... Vive aqui o tempo!-por aves em flores ele parou. Vive aqui a glória no misero cão de costelas coladas á pele que por aqui passou...onde o pó é preto e o branco se inscreve no cinzento árido e corrosivo da infertelidade...vive aqui todo o sentimento estéril, e no beijo que queima morrem todos os seres pela diferença de sem ti viveres...

expremido por Smothsmoke às 11:54
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ideia

Cheguei já um pouco tarde, tive apenas o tempo necessário para não o deixar adormecer. Tava com os olhos semi-cerrados, mas lá os abriu, a custo...como sempre, como todos os dias que acorda, a custo, com as mãos frias e a alma desolada (qual deserto inóspito). </a> Foi neste cenário que lhe assaltei a mente e bati-lhe forte, bem forte e de uma só vez; ele pôs as mãos á cabeça e tombou-a para a frente...a dor...despertou virou-se na cama e ligou o candeeiro que expirava uma luz um pouco ténue...sacou do caderno que tinha sempre em cima da cómoda e de uma gaveta tirou uma esferográfica...respirou a pureza das folhas brancas que jaziam incorruptívéis á sua frente (a palmo e meio do seu rosto) e subitamente, num rasgo de energia libertou-me de corrida naquela folha branca...final reduto da inconsciência de quem me imaginou.

expremido por Smothsmoke às 11:52
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o cheiro

Sinto o cheiro a solidão...vive ela junto á estante. Foi lá que deixei da ultima vez o amor...e já lá vai tanto tempo!...Não tenho a vontade de o voltar a pegar, a dor é demasiada...como aquela asa cristalina que caiu no chão de madeira oca e partiu tudo menos ela, é assimque te contemplo nas tuas mil e uma faces...a dor constante que sempre volta quando a alegria fica já sonolenta.

expremido por Smothsmoke às 11:51
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...

Vede moribundos vegetais a vida sustentar E a vida dissolvendo-se de novo vegetar; Todas as formas que morrem outras fazem nascer. (Uns após outros, recebendo o sopro vital, seguimos até morrer) Como bolhas no mar, da matéria nascidas. Erguem-se, quebram e ao mar são devolvidas. ALEXANDER POPE, Ensiao sobre o Homem

expremido por Smothsmoke às 11:50
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